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55,7% do estanho do mundo vem da Ásia

Três países concentram a produção global em 2024

O estanho está nos smartphones, painéis solares e baterias. É invisível para o consumidor, mas essencial para a indústria. E sua cadeia de suprimentos tem um alerta claro: a produção global está altamente concentrada em poucos países.

Segundo o U.S. Geological Survey (USGS) a Ásia respondeu por 55,7% da produção mundial estimada de estanho em 2024. O domínio é sustentado por três países:

Enquanto países como Malásia, Vietnã e Laos complementam o mapa asiático, fora desse eixo, a produção é menor em volume.

América do Sul (com Brasil, Peru e Bolívia), África (Nigéria, Congo, Ruanda) e Oceania (Austrália) formam o restante da oferta, sem rivalizar com os volumes dos líderes asiáticos.

Esse cenário levanta um ponto crítico: o risco de depender de poucos produtores. Geopolítica, políticas de exportação e gargalos logísticos podem afetar rapidamente o fornecimento.

Por isso, aumentar a diversificação regional está se tornando uma prioridade estratégica.

Com o uso do estanho se expandindo para aplicações emergentes, como baterias avançadas e novas ligas para energia limpa, a indústria busca novas frentes de desenvolvimento em regiões menos exploradas, como África e América do Sul.

Como a indústria pode reduzir sua dependência de três países?

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Fonte: U.S. Geological Survey – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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