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Anglo American defende venda de ativos de níquel por US$ 500 milhões

Acordo com grupo chinês MMG Limited é classificado como mais vantajoso

A Anglo American defendeu o contrato de US$ 500 milhões firmado com a MMG Singapore Resource para venda de seus ativos brasileiros de níquel, após pedidos de apuração no Brasil, União Europeia e Estados Unidos. Segundo a mineradora, o processo foi competitivo e resultou na “melhor proposta financeira e operacional, com maior segurança de continuidade das operações”.

O pacote inclui as minas Barro Alto e Codemin, em Goiás, além dos projetos Jacaré (Pará) e Morro Sem Boné (Mato Grosso), que somam centenas de milhões de toneladas em recursos minerais. A Anglo justificou a escolha da MMG pela “qualidade geral da proposta, incluindo o valor ofertado em dinheiro, garantias, histórico operacional e capacidade de gestão de longo prazo”.

“Todo o processo seguiu as melhores práticas de governança, escolhendo um comprador capaz de manter e investir nos ativos de forma sustentável, dando continuidade a um legado positivo de mais de 40 anos”, destacou a empresa em nota.

A decisão ocorre em meio à retração global do níquel, com preços em queda desde 2023, e à estratégia da Anglo de concentrar seus negócios em cobre, minério de ferro e fertilizantes. Críticas surgiram de concorrentes como a turca CoreX, que afirma ter oferecido US$ 900 milhões, e de associações siderúrgicas que alertam para maior domínio chinês no mercado global do metal.

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Fonte: Anglo American – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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