Nova entidade quer acelerar investimentos e fortalecer diálogo com governo.
A recém-lançada AMC – Associação de Minerais Críticos reúne empresas de lítio, níquel, grafite, cobre, terras raras e outros segmentos estratégicos para enfrentar desafios estruturais no Brasil. Entre os entraves estão o acesso a financiamento, a morosidade do licenciamento e a falta de estímulos para agregar valor localmente.
Empresas como PLS, Atlantic Nickel e Graphcoa já integram o grupo. A proposta é atuar em articulação com o governo, mas com foco técnico e agenda própria. Entre os principais gargalos, destaca-se a dificuldade de obter crédito sem garantias, realidade comum às empresas juniors. Outro ponto crítico é o licenciamento: sem modelo unificado, cada estado impõe exigências distintas, gerando atrasos que ameaçam a competitividade nacional.
A AMC já abriu diálogo com o IBRAM – Instituto Brasileiro de Mineração e prepara ações internacionais. A agenda inclui participação na PDAC e articulações nos EUA com apoio da Amcham. A associação busca demonstrar que o Brasil pode liderar globalmente — desde que haja políticas públicas claras, incentivos à industrialização e segurança regulatória para atrair investimentos.
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Fonte: BNamericas – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
