A Suzano deu mais um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização. A companhia brasileira formará uma joint venture com a Kimberly-Clark, reunindo 22 fábricas de papéis de higiene em 14 países — da Europa à Ásia, passando por América Latina e África.
A nova empresa será controlada pela Suzano, com 51% de participação. O valor da transação foi fixado em US$ 3,4 bilhões. Com receita anual de US$ 3,3 bilhões e capacidade instalada de 1 milhão de toneladas, a operação posicionará a Suzano como a oitava maior produtora de tissue do mundo.
“Vamos unir a eficiência industrial da Suzano à força de marcas globais como Kleenex e Scott”, afirmou Beto Abreu, CEO da companhia. O negócio ainda prevê ganhos de eficiência de US$ 175 milhões em três anos e uma TIR estimada em 15,5%.
Para além do capital, a escolha por uma joint venture com a Kimberly-Clark reflete uma estratégia de expansão com baixo risco e alto potencial. “Nosso objetivo é criar uma operação maior, mais eficiente e geradora de valor”, reforçou Abreu.
Qual o impacto de uma fabricante brasileira assumir protagonismo global em bens de consumo?
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Fonte: Suzano – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
