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CSN – Companhia Siderúrgica Nacional transforma escória de aciaria em fertilizante autorizado no Brasil

Iniciativa promove economia circular e abre novo mercado para a indústria siderúrgica

O Ministério da Agricultura e Pecuária aprovou o uso da escória de aciaria da CSN – Companhia Siderúrgica Nacional como corretivo agrícola de solo. Produzido em Volta Redonda (RJ), o material à base de silicato de cálcio, magnésio e alumínio agora é oficialmente classificado como insumo mineral, apto a corrigir a acidez do solo e fornecer nutrientes às lavouras.

A autorização foi concedida após análises laboratoriais que comprovaram seu poder de neutralização equivalente aos corretivos tradicionais e conformidade com padrões legais de qualidade e segurança. O produto será destinado a produtores, cooperativas e revendas, seguindo regulamentações técnicas do MAPA.

Além dos ganhos agronômicos, o uso do agregado representa avanço ambiental. Estudos internacionais mostram que materiais alcalinos podem capturar carbono atmosférico, reforçando práticas de baixa emissão no campo. Países como Japão e membros da União Europeia utilizam escórias com essa finalidade há décadas.

A CSN já usava o material em obras de infraestrutura e agora amplia sua aplicação com apoio técnico da Pesagro-Rio, que conduz ensaios de campo em solos ácidos. A nova destinação reforça a estratégia de reaproveitamento: em 2024, 96% dos resíduos da companhia foram reciclados ou comercializados — um total de 3,8 milhões de toneladas.

Como o reaproveitamento de resíduos pode mudar o futuro da agricultura?

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Fonte: Correio da Manhã – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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