Preço médio sobe 17,5% e Estados Unidos seguem como principal destino, apesar de tarifas
As exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 1,09 bilhão entre janeiro e setembro de 2025, com crescimento de 19,4% em relação ao mesmo período de 2024. Em volume, foram 1,59 milhão de toneladas, alta de 1,6%. O preço médio subiu 17,5%, atingindo US$ 692 por tonelada, refletindo a valorização de produtos como chapas de quartzitos, que chegaram a US$ 2.387,7/t.
O Espírito Santo manteve sua liderança com US$ 870,5 milhões exportados (79,3% do total), seguido por Minas Gerais, Ceará e Bahia — estados que também fornecem a maior parte da matéria-prima. O principal destino das pedras brasileiras continua sendo os Estados Unidos, com US$ 599 milhões no acumulado do ano, embora tenha havido retração na participação recente em função das tarifas de 50% aplicadas por Washington a diversos produtos nacionais.
Apesar disso, o segmento de quartzitos — isento da tarifa — sustentou o crescimento. As perspectivas indicam que o setor pode encerrar o ano com até US$ 1,4 bilhão em exportações, reforçando a competitividade global da cadeia brasileira de rochas ornamentais.
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