Companhia alcança fluxo de caixa livre recorde e avança em projetos estratégicos.
A G Mining Ventures Corp. registrou produção de 42.587 onças de ouro no segundo trimestre de 2025, um crescimento de 20% em relação ao trimestre anterior. O desempenho foi acompanhado por fluxo de caixa livre recorde de US$ 60,2 milhões e geração de US$ 79,8 milhões em caixa a partir das operações. A receita trimestral alcançou US$ 129,6 milhões, um aumento de 32% em comparação ao 1T25.
A margem operacional permaneceu robusta, com AISC de US$ 1.170 por onça vendida frente a um preço médio realizado de US$ 3.014 por onça no acumulado do ano. O EBITDA ajustado somou US$ 92,9 milhões no trimestre, enquanto o lucro líquido foi de US$ 48,6 milhões, ou US$ 0,21 por ação. No fim de junho, a companhia tinha saldo de caixa de US$ 156,1 milhões, um crescimento de US$ 7 milhões em relação ao trimestre anterior.
No Brasil, a planta de Tocantinzinho atingiu 96% da capacidade nominal durante maio e junho, consolidando a estabilidade operacional. A empresa também avançou no projeto Gurupi, após decisão judicial que removeu entraves regulatórios de longa data, e no projeto Oko West, que já possui engenharia detalhada 19% concluída e US$ 190 milhões comprometidos em investimentos.
“Com forte desempenho operacional e disciplina de custos, geramos caixa expressivo e avançamos em nosso pipeline de crescimento de alto potencial”, destacou Louis-Pierre Gignac, CEO da G Mining Ventures Corp.
Com produção recorde e liquidez reforçada, a GMIN acelera sua transição para produtora multiativos de médio porte.
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Fonte: G Mining Ventures Corp – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
