Gerdau e USIMINAS alertam para competição desleal e avaliam cortes de investimento.
O Brasil importou 1,096 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos da China entre janeiro e março de 2025 — um salto de 57,8% em relação ao mesmo período de 2024, segundo o Instituto Aço Brasil.
O volume reforça a liderança da China como principal fornecedora externa e acende o alerta no setor. A taxa de 25% sobre o aço importado, em vigor desde junho de 2023, termina neste mês. A indústria cobra ações mais eficazes do governo.
Veja os destaques do cenário:
1. Gerdau estuda reduzir Capex no Brasil
A empresa avalia redirecionar investimentos e até hibernar unidades.
2. Usiminas fala em risco à sustentabilidade do setor
A ausência de defesa comercial robusta favorece concorrência desleal.
3. Março teve pico de importação
Foram 448 mil toneladas de aço da China, alta de 53% sobre o ano anterior.
Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, foi direto: “Temos dúvidas se vale a pena continuar investindo no país sem defesa comercial.”
Marcelo Chara, CEO da USIMINAS, reforçou: “Importações subsidiadas são a maior ameaça à cadeia do aço no Brasil.”
O setor aguarda com expectativa a revisão da política de cotas-tarifas prevista para este mês.
Você acredita que o Brasil precisa de um novo modelo de defesa comercial para a indústria de base?
Achou valioso? Curta, Comente, Compartilhe, Salve
#Siderurgia #Gerdau #Usiminas #Aço #ComércioExterior #Importação #China #PolíticaIndustrial #mineracao #mineracaobrasil #theminingbr #femtomining #femto
Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
