Simon Trott projeta redução de 4% nos custos unitários até 2030
Desde que assumiu a presidência da Rio Tinto em agosto, Simon Trott colocou como prioridade uma estratégia de simplificação operacional e controle de gastos. O plano da mineradora anglo-australiana prevê reduzir os custos unitários em 4% até o fim da década, além de cortar investimentos de capital para menos de US$ 10 bilhões a partir de 2028 — abaixo dos US$ 11 bilhões previstos para 2025.
A estrutura da empresa foi reorganizada em três frentes: minério de ferro; alumínio e lítio; e cobre. A expectativa é gerar US$ 650 milhões em ganhos de produtividade anualizados. Como parte da revisão estratégica, a Rio Tinto vai avaliar a alienação de ativos considerados não essenciais, com foco em titânio, boratos e parte das operações de ferro.
A empresa aposta que a racionalização do portfólio e o foco em eficiência operacional serão fundamentais para sustentar margens e competitividade diante de um ciclo de investimentos mais cauteloso. O novo comando também sinaliza uma maior disciplina de capital, com seleções mais criteriosas de projetos e possível reposicionamento em minerais com maior apelo estratégico ou valor de mercado.
O novo ciclo de eficiência da Rio Tinto representa um movimento pontual ou o início de uma tendência entre as majors da mineração?
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Fonte: Dow Jones – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
