Crise no petróleo e corrida por metais moldam cenário global
Em seu relatório de previsões para commodities, o Goldman Sachs aponta dois destaques para 2026:
→ Alta histórica no ouro
→ Pressão contínua sobre o petróleo
Segundo os analistas, o ouro deve alcançar até US$ 4.900 por onça, impulsionado por:
- Compra estrutural de bancos centrais
- Queda nos juros nos EUA
- Entrada de investidores via ETFs
- Baixa oferta de metal físico no mercado
A combinação de juros menores e apetite por proteção torna o ouro o principal ativo de valorização no setor de commodities.
Já o petróleo deve seguir pressionado.
Com excedente de oferta e estoques elevados na OCDE, o banco projeta preços médios de:
- US$ 56/barril para o Brent
- US$ 52/barril para o WTI
Só cortes relevantes da OPEP ou disrupções severas poderiam sustentar valores acima desses níveis.
Outros destaques da projeção:
- Cobre deve superar o alumínio
- Gás natural em queda com nova onda de oferta
- Minério de ferro mais fraco com aumento da produção
A análise da Goldman mostra que, em 2026, o mercado de commodities será dominado por três forças:
geopolítica, bancos centrais e a transição energética.
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Fonte: The Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
