Germânio, gálio e prata: a nova corrida mineral já começou
A Korea Zinc Company, Ltd (고려아연), uma das maiores fundidoras do mundo, vai transformar uma antiga planta de zinco no Tennessee em um polo estratégico de minerais críticos. A surpresa? O local guarda 600 mil toneladas de resíduos com zinco, cobre, chumbo, prata, germânio e gálio — avaliados em US$ 3 bilhões.
Com investimento de US$ 7,4 bilhões, o projeto aposta na economia circular para ampliar a oferta de matérias-primas essenciais a tecnologias de ponta. A recuperação desse material pode sustentar a operação por até sete anos, segundo a empresa.
A iniciativa tem apoio do governo dos EUA e reforça a resposta americana à dependência da China no fornecimento desses minerais. Com início das operações previsto para 2029, o projeto antecipa uma tendência: transformar resíduos industriais em ativos estratégicos.
Para o CEO Yun B. Choi, o bônus não está apenas nos metais recuperáveis, mas na segurança de suprimento que o estoque local oferece.
Será que os ativos mais valiosos do setor mineral estão escondidos no que descartamos?
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Fonte: The Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
