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US$ 3 bilhões para explorar lítio no Atacama

Mas por que esse acordo muda o jogo no setor?
O maior projeto greenfield de lítio da história chilena acaba de sair do papel

A estatal ENAMI Empresa Nacional de Minería e a multinacional Rio Tinto firmaram uma parceria estratégica para desenvolver o projeto Salares Altoandinos, no coração do deserto do Atacama.

Com investimento inicial de US$ 3 bilhões, a meta é produzir 75 mil toneladas por ano de carbonato de lítio equivalente (CLE).
O projeto marca um avanço decisivo do Chile na corrida por minerais críticos.

O que torna essa parceria única?

O modelo será estruturado via CEOL (Contrato Especial de Operação de Lítio), com repasses a governos locais e apoio à inovação.
Por que isso importa agora?

Mesmo com o CLE cotado a US$ 7.770/t (queda de 90% desde 2022), há expectativa de déficit até 2030, impulsionado pela eletromobilidade.
A Rio Tinto acelera sua presença no setor: comprou ativos na Argentina e selou parceria com a Codelco no salar de Maricunga.

A corrida global por minerais da transição energética já começou.
E o Chile não quer ficar para trás.

Você apostaria em projetos greenfield com esse porte? O risco compensa a visão de longo prazo?

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Fonte: BNamericas – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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