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CSN – Companhia Siderúrgica Nacional avalia venda de ativos, mas diz que processo é preliminar

Desinvestimento pode gerar até R$18 bi, com foco em rentabilidade

Em comunicado aos investidores, a CSN – Companhia Siderúrgica Nacional confirmou que estuda alternativas para geração de caixa, mas negou que a decisão de vender sua operação siderúrgica já esteja tomada. O esclarecimento responde a questionamento da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) após reportagem que indicava conversas com possíveis compradores.

Segundo a empresa, a movimentação é baseada no fato relevante publicado em 15 de janeiro, no qual informou intenção de iniciar, ainda este ano, a venda de ativos relevantes para desalavancar entre R$15 e R$18 bilhões. A CSN reforça que o processo está em estágio inicial e que ainda não contratou assessor financeiro para uma possível venda da siderurgia.

O negócio do aço é o ativo histórico da CSN, mas perdeu peso nos resultados.
No 3T25, a margem Ebitda da siderurgia foi de 8,1%, enquanto a mineração alcançou 43,9%. Hoje, o grupo atua também com logística, cimento e energia.
Modernizar a planta de Volta Redonda, uma das mais antigas, exigiria ao menos US$1 bilhão em investimentos — o que pesa diante da concorrência com aço importado, sobretudo da China.

A companhia afirmou que o foco são áreas com maior rentabilidade e sinergia. Possíveis compradores ou estruturas de venda ainda não foram definidos, segundo o comunicado.

A CSN deve priorizar a mineração e deixar o aço no passado?

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Fonte: Diário do Comércio – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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