Testes indicam recuperação viável com infraestrutura já existente
A Largo Brasil iniciou estudos para incluir o cobre como subproduto da operação de vanádio Maracás Menchen, na Bahia. Testes metalúrgicos internos mostraram que o minério da região responde positivamente a processos convencionais de flotação, com recuperação potencial de cobre a partir da fração não magnética gerada na separação do vanádio.
Os teores variam de 0,1% a 1,5% de Cu, com média de 0,153% em mais de 14 mil metros de testemunhos analisados. O cobre estaria concentrado na mesma fração utilizada hoje para flotação de ilmenita, o que permitiria adaptar a planta atual com baixo capex e execução acelerada.
A estrutura geológica favorável à mineralização disseminada de cobre, platina e paládio foi confirmada por 351 furos e mais de mil amostras. Resultados para PGMs e ouro ainda estão pendentes.
Segundo a gestão da Largo, a iniciativa busca elevar a competitividade de longo prazo frente aos preços deprimidos do vanádio. Além disso, o valor atual do cobre por tonelada pode superar o da própria ilmenita, tornando a recuperação economicamente atrativa.
A empresa também revisa o banco de dados e avalia incluir os novos elementos no próximo relatório técnico de recursos e reservas.
O futuro da mineração está nos subprodutos ignorados hoje?
Gostou? Curta, Comente, Compartilhe, Salve
#cobre #vanádio #PGMs #mineraçãobrasileira #subprodutos #geometalurgia #mineracao #mineracaobrasil #theminingbr #femtomining #femto
Fonte: Largo – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
