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Anglo American projeta alta de até 125 mil t de cobre até 2028

Chile será o motor da recuperação a partir de 2027

A Anglo American encerrou 2025 com produção de 695 mil toneladas de cobre, dentro da faixa guiada, mesmo com queda de 14% no 4º trimestre. Los Bronces compensou parte do impacto negativo em Collahuasi, alcançando performance histórica de throughput com apoio de maiores teores e desempenho de planta.

Já no minério de ferro premium, a produção somou 60,8 Mt, com destaque para o crescimento de 6% no trimestre e upgrade de 4% na projeção da unidade brasileira Minas-Rio para 2026. Kumba também manteve sua estabilidade operacional.

Com foco em rentabilidade e disciplina, a empresa retomou temporariamente a segunda planta de Los Bronces para mitigar a queda esperada em Collahuasi este ano. A partir de 2027, a Anglo estima uma curva ascendente com acréscimo de mais de 125 mil toneladas de cobre nas operações do Chile até 2028.

O guidance para o Peru indica queda gradual até 2028, enquanto Quellaveco deve manter 300 mil t/ano e atingir seu payback em 2026, quatro anos após o início da operação.

A reorganização do portfólio segue ativa: a venda da divisão de carvão metalúrgico avança, Moranbah North acelera sua transição operacional e a separação da De Beers está em fase regulatória.

Na visão da companhia, 2025 foi um marco estratégico — incluindo a aprovação oficial da fusão com a Teck pelo governo canadense. A transação deve posicionar a nova Anglo Teck como uma das líderes globais em minerais críticos.

Qual projeção da Anglo mais impacta seu mercado em 2026?

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Fonte: Anglo American – Q4 2025 Production Report – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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