Parcerias com México, União Europeia e Japão miram segurança mineral
Os Estados Unidos oficializaram uma série de acordos envolvendo minerais críticos, incluindo terras raras, com México, União Europeia e Japão. As medidas refletem uma resposta direta à dominância da China no setor e à crescente preocupação dos países desenvolvidos com a vulnerabilidade das cadeias globais.
Com o México, foi lançado um Plano de Ação para mitigar riscos de suprimento, coordenar políticas comerciais e explorar mecanismos como pisos de preços ajustados na fronteira. A iniciativa deverá evoluir para um acordo plurilateral vinculante dentro de 60 dias.
Com a União Europeia, os EUA devem assinar um memorando de entendimento nas próximas semanas, abrangendo mineração, refino, reciclagem e inovação. O objetivo é estimular a demanda, diversificar a oferta e proteger estoques estratégicos. O Japão também participa da coordenação, com base em acordos já firmados com os EUA em 2025.
As três economias planejam construir planos de ação conjuntos e criar uma estrutura comercial cooperativa entre países com interesses semelhantes, incluindo incentivos e acordos de compra antecipada.
A Argentina também entrou no radar diplomático dos EUA. Segundo declarações durante o evento, o país sul-americano tem potencial estratégico para abastecer o mundo em terras raras.
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O Brasil deveria buscar uma posição mais ativa nesse tipo de aliança global?
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Fonte: Diário do Comércio – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
