A próxima grande descoberta pode ser mais ‘data-driven’ do que ‘luck-driven’.
A exploração mineral segue difícil. Menos de 1 em 1.000 projetos vira mina. As descobertas caem, os custos aumentam e o caminho até produzir leva 15 anos.
Nesse cenário, dados e IA mudam a lógica. Parte do conhecimento ainda está em logs de papel e formatos legados. O foco passa a ser tratar informação como ativo, digitalizar acervos, padronizar formatos e integrar bases geológicas, geoquímicas e geofísicas.
A inspiração vem da indústria farmacêutica. Lá, a IA tria bibliotecas enormes. Na mineração, a mesma triagem reduz centenas de anomalias a poucos alvos drill-ready.
Terra AI aplica modelagem multi-física e aponta potencial de cortar 40% do custo exploratório, além de elevar tamanho e teor do recurso em 5% a 15%. GeologicAI cria novos dados, com BHP e Rio Tinto entre investidores. A Ma’aden usa a ExoSphere, da Fleet Space, para imagem 3D até 7 km e alvos em dias, não meses.
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Fonte: Tracking the trends 2026 – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
