Expansão em materiais críticos sustenta projeções para 2026
A AMG Critical Materials N.V. registrou EBITDA ajustado de US$ 235 milhões em 2025, alta de 40% frente aos US$ 168 milhões de 2024. O resultado foi impulsionado principalmente pelos negócios de antimônio e engenharia. A companhia encerrou o ano com liquidez total de US$ 484 milhões, reforçando a solidez do balanço.
Mesmo com mercados mais frágeis para lítio e vanádio, a empresa reportou o terceiro maior EBITDA de sua história. Segundo a administração, a diversificação do portfólio e a resposta flexível ao ambiente de preços foram determinantes. Governos têm incentivado a nacionalização de materiais críticos, criando novas oportunidades.
A estratégia prioriza projetos de baixo investimento e alto retorno. Nos Estados Unidos, a AMG avança com uma planta de cromo metálico de alta pureza prevista para 2026. Na Alemanha, amplia o polo de lítio com reciclagem e conversão em hidróxido. Na Arábia Saudita, o projeto “Supercenter” entra em operação a partir de 2028.
A aquisição da alemã AURA por € 10 milhões marca a entrada no molibdênio circular de alta pureza. A empresa projeta EBITDA entre US$ 210 e US$ 240 milhões em 2026, com recuperação gradual ao longo do ano.
A diversificação será suficiente para sustentar margens em um ciclo volátil?
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Fonte: AMG Critical Materials – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
