Volkswagen lidera consumo global do setor
O mercado global de veículos elétricos ultrapassou um novo marco em 2025. O custo total de metais usados em baterias — incluindo lítio, grafite, níquel, cobalto e manganês — atingiu US$ 15,6 bilhões, segundo dados da Adamas Intelligence.
O volume acompanha a expansão do setor automotivo eletrificado. A capacidade global de baterias instaladas superou 1 TWh pela primeira vez, quase quatro vezes maior que o registrado em 2021.
Entre as montadoras, o grupo Volkswagen liderou o gasto com metais de baterias. A empresa, que inclui marcas como AUDI AG, Porsche AG e Škoda Group registrou os maiores custos associados à produção de veículos elétricos e híbridos plug-in.
A Tesla aparece logo atrás no ranking, seguida por fabricantes chinesas como GEELY e BYD. Apesar do crescimento acelerado nas vendas, a BYD mantém custos menores por veículo devido ao uso predominante de baterias LFP, que dispensam níquel e cobalto.
Em contraste, montadoras ocidentais ainda utilizam em grande escala químicas NCM e NCA, que exigem maior volume de metais críticos.
O levantamento também destaca diferenças significativas no custo médio de materiais por veículo. Modelos da Tesla apresentam cerca de US$ 1.082 em metais por unidade, enquanto a BYD registra aproximadamente US$ 247.
O avanço da tecnologia LFP e a busca por baterias com maior teor de níquel devem continuar redefinindo a demanda global por metais estratégicos nos próximos anos.
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A evolução das químicas de bateria pode redefinir a demanda global por metais críticos?
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