O governo dos Estados Unidos detém aproximadamente dois meses de suprimentos de terras raras destinados ao setor de defesa, segundo relatório do South China Morning Post SCMP. A restrição impacta diretamente a sustentabilidade de operações militares de longa duração e a fabricação de sistemas de orientação de mísseis, radares e caças de última geração.
A China controla atualmente mais de 50% da extração global e a quase totalidade do processamento desses minerais. Esta posição garante a Pequim uma alavanca indireta sobre os custos e a duração de conflitos internacionais, especialmente em um momento de escalada de tensões no Oriente Médio e restrições de exportação vigentes.
Embora a administração Trump tenha lançado uma iniciativa de US$ 12 bilhões para estocar minerais críticos e formar blocos comerciais com aliados, o surgimento de novas cadeias de suprimento fora da Ásia é lento. O plano quinquenal chinês (2026-2030) prevê o endurecimento dos controles de exportação, aprofundando a dependência do Ocidente.
De que forma a concentração do refino de minerais críticos em uma única nação redefine o conceito de soberania nacional na era da tecnologia de precisão?
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Fonte: USGS – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
