As ferrovias Estrada de Ferro Carajás (EFC) e Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) registraram o melhor desempenho operacional da última década. A otimização resultou na economia de 11 milhões de litros de diesel, evitando a emissão de 28 mil toneladas de CO2 na atmosfera.
O marco foi alcançado através da priorização de trens carregados pelo centro de controle e o mapeamento de trechos críticos. Ao reduzir paradas e arrancadas desnecessárias, a mineradora maximizou o uso do relevo e da inércia, diminuindo o consumo de combustível por massa transportada.
Atualmente, o modal ferroviário da companhia é 85% mais eficiente em carbono do que o transporte rodoviário. As operações ferroviárias representam 14% das emissões totais da Vale, tornando-se um pilar central na meta de redução de 33% das emissões de escopo 1 e 2 até 2030.
Além dos ganhos operacionais, a empresa avança em testes com biodiesel (B30 e B50) e no desenvolvimento de locomotivas dual fuel em parceria com a Wabtec. O projeto prevê o uso de etanol e diesel, além de estudos para a eletrificação total da malha a longo prazo.
Como a digitalização dos centros de controle e o uso de combustíveis alternativos podem redefinir a competitividade logística do setor mineral brasileiro?
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