Volume salta para 306 mil toneladas impulsionado pela descarbonização
O setor de transportes consolidou-se como um dos principais vetores de demanda por alumínio no mercado brasileiro entre 2021 e 2024. A busca por eficiência energética elevou o consumo anual de 243 mil para 306 mil toneladas no período.
Apenas nos três primeiros trimestres de 2025, o volume consumido atingiu 225 mil toneladas. O metal ganha espaço em veículos leves, pesados e aeronaves devido à sua leveza — um terço do peso do aço — e à alta capacidade de reciclagem.
O Programa MOVER atua como acelerador regulatório ao estabelecer metas de redução de até 50% nas emissões de carbono até 2030. A política incentiva o uso de materiais que favoreçam a autonomia de veículos elétricos e a circularidade da cadeia.
Globalmente, o International Aluminium Institute projeta um crescimento de 40% na demanda pelo metal até o fim da década. O Brasil posiciona-se estrategicamente devido à baixa intensidade de carbono na produção nacional e altos índices de reaproveitamento.
A aplicação do metal em chassis, motores e sistemas ferroviários reduz o peso total das frotas, ampliando a carga útil e diminuindo custos operacionais. O setor de transportes já responde por 26% da demanda mundial de alumínio.
Como a dependência crescente de metais leves para a transição energética afetará a infraestrutura logística e os custos da indústria automotiva no Brasil?
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Fonte: ABAL – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
