Volume global atinge 141,8 milhões de toneladas sob pressão da China
A World Steel Association (worldsteel) reportou uma retração de 1,5% na produção acumulada do primeiro bimestre de 2026. Os dados confirmam o desaquecimento da atividade industrial global neste início de ano.
A China, responsável por mais de metade da fabricação mundial, registrou declínio de 3,6%. A crise persistente no setor imobiliário chinês continua a limitar a demanda por insumos e a produção de aço bruto.
No Brasil, a produção somou 2,5 milhões de toneladas, um recuo de 5,7% em relação a 2025. Em contraste, a Índia e os Estados Unidos apresentaram crescimento de 7,7% e 5,8%, demonstrando resiliência.
A Turquia consolidou sua posição na Europa com alta de 3,4% no mês. Já a Rússia e os países da Comunidade dos Estados Independentes enfrentaram a queda mais acentuada, com recuo de 8,6% no volume.
O cenário indica volatilidade contínua nos preços internacionais. O descompasso entre a menor oferta global e o arrefecimento da demanda chinesa tende a manter os estoques elevados no curto prazo.
Como o desequilíbrio entre a queda na produção global e o estoque elevado na China afetará o preço das commodities minerais no mercado brasileiro?
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Fonte: World Steel Association – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
