Unidade em Oklahoma mira 1.200 toneladas anuais até 2027
A USA Rare Earth, Inc. (Nasdaq: USAR) Earth anunciou o início das operações em sua fábrica de ímãs em Stillwater, Oklahoma. A iniciativa busca mitigar o controle da China, que atualmente domina 85% da capacidade global de processamento desses elementos.
A produção interna dos Estados Unidos atende hoje apenas 10% da demanda nacional, estimada em 50 mil toneladas por ano. Projeções setoriais indicam que essa participação pode superar 30% até 2028, sustentada por incentivos federais.
A companhia assinou um acordo de US$ 3,1 bilhões com o Departamento de Comércio para financiar suas operações. O plano inclui a integração vertical com a futura extração de sua mina de terras raras localizada no Texas.
Estes minerais são componentes críticos para indústrias de alta tecnologia e defesa, presentes em smartphones e caças militares. O avanço no refino doméstico é tratado como prioridade estratégica para a estabilidade das cadeias de suprimentos.
Apesar da volatilidade no mercado financeiro, as ações da USA Rare Earth acumulam alta de 180% nos últimos 12 meses. O desempenho reflete o suporte estatal e a corrida global para garantir a soberania em minerais críticos.
Como a verticalização do processamento mineral nos países ocidentais pode alterar o equilíbrio de poder nas futuras negociações comerciais com a China?
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
