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Rio Tinto encerra extração de diamantes em Diavik

Mineradora foca em cobre e metais para transição energética

A Rio Tinto concluiu a extração de diamantes na mina Diavik, no Canadá, após 23 anos de operação. A unidade produziu mais de 150 milhões de quilates de diamantes brutos desde o início de suas atividades em 2003.

O encerramento marca a saída definitiva da segunda maior mineradora do mundo do mercado de pedras preciosas. A estratégia corporativa agora prioriza commodities como cobre, minério de ferro, alumínio e lítio.

Sob a gestão de Simon Trott, o cobre assume o centro dos planos de crescimento global. A companhia aposta na crescente demanda por tecnologias de energia limpa e infraestrutura sustentável para sustentar o portfólio.

A desmobilização completa de Diavik está prevista para 2029, seguida por um período de monitoramento ambiental. O movimento consolida a reestruturação iniciada com o fechamento da mina Argyle, na Austrália, em 2020.

As últimas pedras extraídas no Canadá serão processadas e comercializadas ao longo de 2026. O setor agora observa como a saída de grandes players impactará a oferta global de gemas e a valorização dos metais críticos.

Como a concentração das gigantes da mineração em metais para a transição energética pode redefinir o equilíbrio de preços e investimentos no mercado de commodities minerais?

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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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