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TMC projeta hub de mineração submarina nos EUA

Companhia fecha 2025 com prejuízo de US$ 319,8 milhões

A The Metals Company (TMC) reportou a ampliação de suas perdas anuais, influenciada por custos administrativos e ajustes contábeis em contratos de royalties. Apesar do resultado, a empresa mantém US$ 117,6 milhões em caixa e projeta liquidez de US$ 154 milhões para o fim do primeiro trimestre de 2026.

A estratégia central foca na criação de um polo de processamento e refino em Brownsville, Texas. O projeto prevê capacidade de 12 milhões de toneladas anuais de nódulos polimetálicos, visando reduzir a dependência norte-americana de minerais críticos processados atualmente pela China.

No campo regulatório, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) considerou a aplicação da TMC em conformidade substancial. O avanço permite a exploração de uma área de 65 mil km² na Zona Clarion-Clipperton, no Pacífico, com potencial de 619 milhões de toneladas de nódulos.

A companhia também confirmou a listagem da The Metals Royalty Co. (TMCR) para o próximo mês. A nova unidade busca atrair capital enquanto a TMC mantém 25% de participação, integrando controles de processos via inteligência artificial em sua futura instalação no Texas.

Como o avanço da regulação para mineração submarina nos EUA deve acelerar a competição global pela hegemonia no refino de minerais críticos?

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Fonte: The Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto.

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