Companhia de US$ 1,11 bilhão testa alvos auríferos no Pará
A iniciativa ocorre no Projeto São Jorge e utiliza duas sondas para avaliar zonas com potencial de mineralização primária em rocha matriz.
A campanha, totalmente financiada, foca na área William South, localizada a menos de dois quilômetros do depósito principal da companhia.
Resultados de perfurações iniciais indicam interceptações relevantes, como 12 metros com teor médio de 2,38 g/t de ouro a partir de 13 metros de profundidade.
A área de concessão abrange mais de 46 mil hectares e conta com infraestrutura estabelecida, incluindo acesso rodoviário e energia elétrica da rede.
O distrito aurífero do Tapajós possui um histórico produtivo estimado em 30 milhões de onças de ouro superficial, atraindo investimentos contínuos em exploração.
Como o avanço da prospecção de mineralização primária pode reconfigurar a relevância do distrito do Tapajós no mercado global de ouro?
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