Ativo mineiro atinge 286 mil onças e sustenta caixa da companhia
A operação localizada em Santa Bárbara (MG) registrou um acréscimo líquido de 94 mil onças de ouro em seu inventário.
O avanço geológico ocorre em um momento estratégico, já que a Pilar foi o único ativo em operação da mineradora canadense durante 2025.
A restrição aconteceu porque a mina vizinha, Turmalina, sofreu interdição por mais de um ano após o deslizamento de uma pilha de rejeitos.
Apesar da expansão nas reservas, o desempenho financeiro da companhia no último trimestre sentiu o peso da paralisação parcial.
A receita recuou para US$ 38 milhões, acompanhada por uma queda na produção trimestral para 9.356 onças, gerando prejuízo líquido ajustado de US$ 3,3 milhões.
A perspectiva de recuperação ganha força com a liberação das atividades em Turmalina no início deste ano e com a projeção de 5 mil metros de sondagem previstos para a mina Pilar.
Com a alta nos preços globais da commodity, a ampliação da vida útil das operações locais reforça o potencial do Quadrilátero Ferrífero no mercado exterior.
Como a retomada operacional de múltiplos ativos pode reposicionar a competitividade das mineradoras no atual ciclo de alta do ouro?
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