Aprovação da mina Era Dorada na Guatemala injeta US$ 382 milhões no setor de ouro.
A revisão estrutural do conselho de administração converteu o projeto para operação exclusivamente subterrânea. A medida exige investimentos adicionais em tratamento de água e visa mitigar impactos na comunidade local.
A previsão é iniciar as operações no primeiro semestre de 2028. O ativo deve entregar uma produção média anual de 111 mil onças de ouro nos quatro anos iniciais, com vida útil estimada em 17 anos.
A expansão acompanha um cenário de reprecificação global da commodity. A Fitch Ratings ajustou a projeção do metal para US$ 4.500 a onça em 2026, impulsionando a viabilidade de novos empreendimentos em nível global.
No Brasil, o IBRAM – Instituto Brasileiro de Mineração estima que o segmento aurífero receba aportes de US$ 2,5 bilhões até 2030. A Aura, que já possui quatro minas no país, consolida sua expansão nas Américas.
Como a adequação e o redesenho de projetos minerários aos critérios de sustentabilidade local alteram a dinâmica do custo de capital nas Américas?
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