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Demanda de aço na América Latina recua 1% em 2026

Brasil desponta como motor regional com alta para 2027

O mercado siderúrgico latino-americano enfrenta um cenário de contrastes, segundo projeções da World Steel Association (worldsteel) e análises do Jefferies. Enquanto a região deve encolher no próximo ano, o Brasil mantém um leve avanço de 1%.

Esse aquecimento restrito do mercado brasileiro busca contrabalançar a recuperação mais lenta esperada para a Argentina e o México. A dinâmica traz impactos operacionais mistos para empresas com atuação internacional focada na região, como a Gerdau.

A virada estrutural do bloco sul-americano é projetada apenas para 2027. As estimativas apontam um crescimento agregado de 2% na demanda regional, movimento que será impulsionado diretamente pela expansão local robusta de 2,6% no Brasil.

No cenário global, excluindo a influência da China, o ritmo de consumo se mostra mais resiliente. A demanda internacional deve crescer 1,9% em 2026 e acelerar para 4% em 2027, destravando valor para a cadeia produtiva em escala global.

Como a disparidade de recuperação entre o mercado brasileiro e os países vizinhos pode alterar o direcionamento de capital e as estratégias de exportação das principais siderúrgicas nos próximos dois anos?

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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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