Acordo sela a primeira cadeia integrada de terras raras fora do eixo asiático.
A transação envolve o pagamento de US$ 300 milhões em dinheiro e a emissão de 126,9 milhões de novas ações da companhia norte-americana. A conclusão está prevista para 2026.
O negócio estrutura uma rede global da mina ao ímã, interligando ativos de processamento e fabricação no Brasil, Estados Unidos, França e Reino Unido. A extração será baseada na mina Pela Ema, em Minaçu (GO).
Para sustentar a operação, um contrato de offtake de 15 anos foi firmado com uma Sociedade de Propósito Específico, capitalizada pelo governo dos EUA e fontes privadas.
O acordo garante a compra de 100% da produção inicial e estabelece preços mínimos para disprósio e térbio, mitigando o risco de flutuações e a dependência do mercado chinês.
A estruturação financeira inclui um pacote de US$ 565 milhões da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA (DFC), focado na ampliação da capacidade produtiva.
A unidade goiana é a única produtora em larga escala de terras raras magnéticas pesadas do Ocidente, minerais críticos para a fabricação de ímãs de alto desempenho voltados à indústria de tecnologia e defesa.
Como a consolidação do Brasil no centro do suprimento ocidental de minerais críticos pode reconfigurar o fluxo de capital externo para a infraestrutura de mineração nacional?
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Fonte: USA Rare Earth Press Release – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
