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Vale reporta lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no 1T26 O resultado representa crescimento de 36% em relação ao ano anterior.

A mineradora iniciou o exercício de 2026 com desempenho operacional robusto, refletindo recordes de produção em ativos múltiplos e execução disciplinada. O EBITDA proforma alcançou US$ 3,9 bilhões, uma alta de 21% na comparação anual, impulsionado por maiores volumes e preços realizados.

O segmento de Iron Ore Solutions registrou leve alta no EBITDA, enquanto a unidade de Vale Base Metals (VBM) saltou 116%, somando US$ 1,2 bilhão. O destaque financeiro foi o preço realizado do cobre, que subiu 48% em 12 meses, atingindo US$ 13.143 por tonelada.

Projetos estratégicos como o Serra Sul +20 avançaram para 86% de progresso físico, com início de operação previsto para o segundo semestre de 2026. Na agenda ESG, a companhia removeu duas estruturas de níveis de emergência no trimestre, acumulando redução de 80% desde 2020.

Apesar do avanço em receitas, o custo caixa C1 do minério de ferro subiu 12%, totalizando US$ 23,6/t. O aumento é atribuído principalmente à apreciação do Real frente ao Dólar e efeitos de giro de estoque, compensados parcialmente pela diluição de custos fixos.

Diante da pressão inflacionária nos custos operacionais e da volatilidade cambial, como as mineradoras de grande porte devem equilibrar a expansão de portfólio em metais críticos com a manutenção das margens no minério de ferro?

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Fonte: Vale’s performance in 1Q26 – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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