Produção de ferro premium atinge 6,36 milhões de toneladas no 1T26
A mineradora britânica registrou desempenho consistente no primeiro trimestre de 2026. O volume de minério de ferro extraído no complexo de Conceição do Mato Dentro (MG) apresentou estabilidade, com leve retração de 1% em termos anuais, superando desafios operacionais sazonais.
A performance foi sustentada pela otimização da planta e maior consistência na alimentação de minério durante o período chuvoso. A estratégia permitiu mitigar o menor teor de ferro, mantendo a projeção de produção anual entre 24 milhões e 26 milhões de toneladas.
No segmento de níquel, as operações em Goiás totalizaram 9,1 mil toneladas, recuo de 7% frente ao 1T25. O resultado decorre de manutenções programadas nas unidades de Barro Alto e Codemin, com expectativa de retomada gradual dos volumes a partir do segundo trimestre.
Estrategicamente, a companhia avança na aprovação antitruste da Comissão Europeia para a venda de seus ativos de níquel para a MMG Limited, subsidiária da China Minmetals. Simultaneamente, a Anglo prevê concluir a fusão com a canadense Teck Resources Limited Resources até março de 2027.
A consolidação da “Anglo Teck” criará uma potência global na produção de cobre, representando o maior acordo de M&A do setor em mais de uma década. No âmbito financeiro, o Minas-Rio obteve preço médio de US$ 89 por tonelada, com custo unitário mantido em US$ 36.
Como o reposicionamento estratégico da Anglo American, entre o desinvestimento em níquel e a fusão voltada ao cobre, impactará a competitividade do setor de minerais críticos no Brasil?
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
