Agricultura de precisão, drones e maquinário automatizado avançam na redução de custos e no uso eficiente de insumos.
A inteligência artificial tem ampliado sua presença no agronegócio, da agricultura de precisão ao monitoramento de rebanhos, rotas de tratores e manutenção de máquinas.
Pesquisas da SciCrop apontam, em 2025, economia de 28% no uso de pesticidas, 10% no consumo de água na indústria e 15% na otimização de rotas de tratores após adoção de IA. Estudos coordenados por Oscar Burd, da Fundação Getulio Vargas, indicam aumento de 20% a 25% de produtividade com agricultura de precisão.
O uso de tratores automatizados e colheitadeiras robóticas gerou ganhos entre 18% e 22%. A análise de imagens de câmeras e drones apresentou cerca de 8% de aumento.
Jacto, John Deere, Tereos e SLC Agrícola S/Aícola aparecem entre os exemplos citados. A John Deere informou ter investido cerca de R$ 5,7 bilhões no Brasil nos últimos oito anos.
A adoção de IA ainda depende de planejamento, qualidade de dados, capacitação profissional e conectividade rural. Na safra 2024/25, a SLC Agrícola registrou economia de R$ 58,2 milhões com agricultura digital e aplicação localizada de insumos.
Como a IA pode alterar a competitividade do agro diante dos desafios de produtividade, conectividade e uso eficiente de recursos?
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Fonte: Valor Economico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
