Resultado veio com alta do ouro, produção estável e proposta de recompra de até US$ 2,0 bi
A AngloGold Ashanti registrou fluxo de caixa livre de US$ 1,169 bilhão no 1T26, alta de 190% sobre os US$ 403 milhões do 1T25, apoiada pelo preço do ouro e pelo desempenho operacional da maior parte dos ativos.
O EBITDA chegou a US$ 2,291 bilhões, avanço de 130% na comparação anual. A produção de ouro do grupo somou 724 mil onças, alta de 1%, enquanto o preço médio recebido foi de US$ 4.863 por onça, 69% acima do 1T25.
A companhia declarou dividendo interino de US$ 585 milhões, ou 116 centavos de dólar por ação. O conselho também aprovou uma proposta de recompra de ações de até US$ 2,0 bilhões, ainda sujeita à aprovação dos acionistas.
Os custos totais em caixa subiram 14%, para US$ 1.391 por onça, pressionados por royalties ligados ao preço do ouro, inflação, custos de mão de obra, contratação de mineração e câmbio. A empresa informou que segue com guidance anual de 2026 inalterado.
Após o trimestre, em 24 de abril de 2026, um contratado morreu em um incidente na operação Obuasi, em Gana. A companhia informou que uma investigação está em andamento.
Como a geração de caixa das grandes produtoras de ouro pode alterar a competição por dividendos, recompras e novos projetos de crescimento?
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Fonte: AngloGold Ashanti – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
