Estoques em queda e riscos de oferta sustentam nova alta do metal
O preço do cobre avançou nesta terça-feira, aproximando-se de uma nova máxima histórica, com sinais de recuperação da demanda chinesa e preocupações sobre a oferta global.
Em Londres, o metal subiu cerca de 2% e chegou a tocar US$ 14.000 por tonelada antes de reduzir parte dos ganhos. Foi a primeira vez acima desse nível desde janeiro, quando atingiu pico de US$ 14.500 por tonelada.
A alta ocorre em meio à queda dos estoques de cobre na China, principal consumidora global, e a projeções positivas de demanda para a próxima década.
No lado da oferta, riscos ligados à guerra no Golfo, à disponibilidade de enxofre no Oriente Médio e ao abastecimento de combustíveis no Peru, importante polo produtor, aumentaram a percepção de restrição no mercado.
Segundo a Sprott, infraestrutura de data centers e transição energética devem ganhar peso no consumo global de cobre. A firma estima que esses segmentos podem responder por 45% da demanda total até 2040, ante 32% em 2024.
Como a combinação entre transição energética, data centers e riscos de oferta pode redefinir o ciclo global do cobre?
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Fonte: The Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
