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Meteoric Resources fará refino de terras-raras no Brasil

Projeto Caldeira prevê separação de óxidos e pode ampliar valor agregado da cadeia mineral em Minas Gerais

A Meteoric Brasil decidiu avançar na cadeia de terras-raras e realizar no Brasil a separação de óxidos, além da produção de carbonato misto no Sul de Minas Gerais.

A empresa estuda o capex e o cronograma da segunda fase do Projeto Caldeira. A estimativa inicial é de investimento entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões para a unidade de refino.

Segundo a companhia, a planta começará a ser licenciada após a entrada em operação da estrutura voltada à produção de concentrado, prevista para o segundo semestre de 2028.

A Meteoric também realiza testes metalúrgicos na Austrália para definir a tecnologia de separação dos óxidos dos 17 elementos de terras-raras. Os ensaios usam carbonato misto produzido na planta-piloto inaugurada em Poços de Caldas em dezembro de 2025.

Antes do refino, a empresa pretende iniciar a construção da planta de carbonato ainda em 2026, com obras estimadas entre 18 e 24 meses e capex de cerca de US$ 450 milhões.

“A decisão de fazer a separação de óxidos no Brasil reduz o nosso risco político e reduz o nosso risco de mercado, porque existem muito mais compradores de óxidos do que de carbonato. Além disso, adiciona muito valor ao produto que vendemos”, afirmou Marcelo de Carvalho, diretor-executivo da Meteoric.

Como a separação de óxidos no Brasil pode alterar a posição do país na cadeia global de minerais críticos?

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Fonte: Diário do Comércio – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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