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Minério recua com nova regra da China para aço

Controle mais rígido da capacidade siderúrgica pressiona expectativa de demanda, mas compras no curto prazo limitam perdas

Os preços do minério de ferro ampliaram queda nesta terça-feira, após a China divulgar um plano mais rigoroso para controlar o excesso de capacidade da indústria siderúrgica.

Na Bolsa de Mercadorias de Dalian, o contrato mais negociado encerrou o dia em queda de 0,87%, a 798,5 iuanes, ou US$ 117,38 por tonelada, no quarto recuo consecutivo. Mais cedo, chegou a 794 iuanes, menor nível desde 30 de abril.

Na Bolsa de Cingapura, o minério de referência para junho caía 0,51%, a US$ 107,65 por tonelada, depois de tocar US$ 107,2, menor patamar desde 1º de maio.

A nova regra chinesa exige que pelo menos 1,5 tonelada de capacidade antiga de aço seja retirada do mercado para cada tonelada de nova capacidade construída posteriormente.

O movimento reduz as perspectivas de demanda por matérias-primas no longo prazo, embora a implementação efetiva ainda seja determinante para medir o impacto sobre a capacidade siderúrgica.

No curto prazo, o consumo firme limitou as perdas. Os volumes diários de transações de cargas marítimas de minério mais do que dobraram em relação à sexta-feira, para 1,51 milhão de toneladas na segunda-feira.

Como novas restrições à capacidade siderúrgica chinesa podem afetar o equilíbrio global entre minério, aço e margens industriais?

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Fonte: Reuters – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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