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Minas ainda busca agregar valor à cadeia do lítio

Estado concentra reservas e investimentos, mas segue dependente de etapas industriais fora do país

Minas Gerais concentra as maiores reservas de lítio do Brasil e atraiu mais de R$ 6,9 bilhões em investimentos privados por meio da iniciativa Vale do Lítio.

Apesar disso, o Estado ainda avança lentamente na consolidação de uma cadeia produtiva completa, com baixa presença de etapas de maior valor agregado, como plantas químicas, células e baterias.

Hoje, há três mineradoras com produção comercial de lítio no Brasil, todas em Minas Gerais: CBL – Companhia Brasileira de Lítio, Sigma Lithium Corp. (Nasdaq:SGML) e AMG Brasil. A CBL é a única que também produz carbonato e hidróxido de lítio, produtos intermediários da cadeia.

Segundo especialistas citados na reportagem, a maior parte da produção mineira ainda é exportada como concentrado, enquanto países compradores avançam nas etapas industriais e vendem produtos de maior valor agregado.

O desafio para Minas é transformar sua vantagem mineral em capacidade industrial, reduzindo a dependência externa em refino, baterias e tecnologias associadas à transição energética.

Como Minas pode converter reservas de lítio em maior valor industrial dentro da cadeia global de baterias?

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Fonte: Diário do Comércio – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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