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Solis Minerals iniciará sondagem em projeto de lítio em MG

Ativo adquirido da Rio Tinto fica próximo ao Colina, da PLS, no Vale do Jequitinhonha

A Solis Minerals iniciará nos próximos dias sua primeira campanha de sondagem no projeto Brazil, ativo de lítio-césio-tântalo (LCT) em Minas Gerais adquirido da Rio Tinto no mês passado.

A empresa listada na Bolsa da Austrália contratou uma fornecedora com experiência operacional na região e planeja mobilizar uma sonda portátil para explorar dois alvos prioritários: Mandacaru e Campo Grande.

Em Mandacaru, a amostragem de solo por radiografia definiu uma anomalia coerente de lítio com vários quilômetros de extensão, com pico de 362 ppm de lítio. A sondagem a trado retornou valores de até 338 ppm Li e pico de tântalo de até 24,4 ppm em profundidade.

Em Campo Grande, a sondagem com trado delineou um halo de lítio amplo e verticalmente extenso, com anomalias sustentadas por mais de 14 metros de profundidade e teores de até 294 ppm Li, além de rubídio, césio e estanho.

O projeto Brazil é vizinho ao Colina, ativo desenvolvido inicialmente pela Latin Resources e hoje ligado à PLS antiga Pilbara Minerals. A PLS é a maior acionista da Solis e integra um acordo que envolve direitos de participação no projeto.

A Solis afirma que o ativo reforça sua exposição ao Vale do Jequitinhonha, região que concentra diferentes projetos de lítio em rocha dura no Brasil, incluindo iniciativas da Sigma Lithium Corp. (Nasdaq: SGML), PLS Group Limited e Lithium Ionic Corp. (TSX: LTH | OTCQX: LTHCF).

Como a entrada de novos projetos pode ampliar a competitividade do Vale do Jequitinhonha na cadeia global do lítio?

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Fonte: Bnamericas – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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