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Terras raras somam R$ 17,5 bi em projetos no Brasil

Ao menos 18 grupos estrangeiros têm projetos de terras raras no Brasil, que somam R$ 17,5 bilhões, mas muitos ainda dependem de licenças, financiamento e viabilidade para produzir em escala.

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Ao menos 18 grupos estrangeiros avançam no país, mas boa parte dos empreendimentos ainda precisa converter pesquisa e planos industriais em produção

Ao menos 18 empresas internacionais mantêm processos minerários para pesquisar ou explorar terras raras no Brasil. Os projetos mapeados somam mais de US$ 3,5 bilhões, equivalentes a R$ 17,5 bilhões, entre aportes realizados e estimativas iniciais de implantação.

A Austrália concentra pelo menos 11 dos grupos identificados, seguida por Canadá e Estados Unidos, com três cada. Os empreendimentos estão em diferentes estágios, desde sondagens e estudos de depósitos até plantas-piloto e produção comercial.

O SVPM | Mineração Serra Verde, em Minaçu (GO), é o projeto mais avançado citado na fonte. A operação recebeu licença ambiental em 2023, iniciou produção comercial em 2024 e já recebeu mais de US$ 1 bilhão em investimentos.

Outros projetos avançam em processamento. A Brazilian Rare Earths colocou em operação a primeira etapa de sua planta-piloto em Camaçari, enquanto a Aclara mantém unidade piloto em Aparecida de Goiânia. A Viridis Brasil recebeu aprovação de R$ 77,5 milhões do BNDES para pesquisa e processamento.

Parte relevante dos R$ 17,5 bilhões, porém, ainda depende de licenças, financiamento e comprovação de viabilidade técnica. A separação, o refino e a transformação permanecem entre as etapas centrais para ampliar o valor agregado da cadeia no país.

Como o Brasil pode transformar o avanço dos projetos de terras raras em capacidade industrial de processamento e produção em escala?

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Fonte: C-level | femto design.

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