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Antofagasta eleva produção de cobre em 7% no 3T26

Antofagasta produziu 151,9 mil t de cobre no 3T26, alta de 7% puxada por Los Pelambres, mas prevê 630–690 mil t em 2027 e custos maiores em 2026.

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Los Pelambres impulsiona resultado, mas projeção para 2027 fica abaixo das expectativas do mercado

A Antofagasta produziu 151,9 mil toneladas de cobre no terceiro trimestre de 2026, alta de 7% frente ao trimestre anterior. O avanço foi impulsionado pelo melhor desempenho operacional da mina Los Pelambres, na região de Coquimbo, no Chile.

Apesar da melhora sequencial, os volumes ficaram abaixo do consenso compilado pela própria companhia, segundo analistas do RBC Capital Markets e do J.P. Morgan.

Para 2026, a mineradora manteve a meta revisada de produção entre 625 mil e 655 mil toneladas de cobre, frente às 653,7 mil toneladas registradas em 2025. A faixa havia sido reduzida em agosto, após interrupções em Los Pelambres provocadas por fortes chuvas e falhas no fornecimento de energia.

A companhia também elevou a estimativa de custos de caixa antes dos créditos de subprodutos para uma faixa entre US$ 2,60 e US$ 2,70 por libra-peso em 2026, ante a previsão anterior de US$ 2,40 a US$ 2,60, citando pressão inflacionária e alta nos preços globais do diesel.

Para 2027, a Antofagasta projetou produção entre 630 mil e 690 mil toneladas. Analistas do RBC avaliaram que a faixa indica ausência de crescimento relevante frente ao planejamento original de 2026, enquanto o J.P. Morgan apontou risco de revisões para baixo nas estimativas de Ebitda.

Como custos mais altos e uma trajetória de produção mais moderada podem afetar a competitividade da Antofagasta em um mercado de cobre cada vez mais estratégico?

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Fonte: Valor Econômico | femto design.

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