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Ações da Lundin Mining Corporation caem 10% após revisão de metas
Ações da Lundin Mining caem 10% após a companhia reduzir sua projeção de cobre para 2026. A produção em 2025 superou metas, mas desafios de curto prazo persistem. Meta de 500 mil toneladas até 2027 permanece.
Menos cobre em 2026, mais pressão no curto prazo.
A Lundin Mining Corporation reduziu sua projeção para 2026: entre 310 mil e 335 mil toneladas de cobre, e até 149 mil onças de ouro — abaixo do guidance anterior. O principal motivo foi o ritmo mais baixo na lavra subterrânea da operação Candelaria, no Chile.
O impacto foi imediato: as ações recuaram mais de 10% no pregão de quinta.
Apesar da revisão, 2025 encerrou com resultado positivo. A produção consolidada de cobre superou as metas, com destaque para a mina Caserones — 15 mil toneladas só em dezembro, recorde desde a aquisição pela Lundin em 2023.
Segundo @Jack Lundin, CEO da companhia, ajustes na sequência de lavra devem compensar parte da queda, com acréscimo líquido de 15 mil toneladas até 2027.
A meta continua ambiciosa: atingir 500 mil toneladas de cobre por ano nos próximos quatro anos, com investimentos robustos em expansão e exploração em Brasil, Chile e Argentina.
O desafio: manter a confiança do mercado em meio à pressão de curto prazo.
A revisão acendeu o alerta, mas o plano estratégico segue firme.
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Fonte: Lundin Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
