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Alcoa mantém pedidos fortes no 2T25, mas alerta para riscos na Espanha
Alcoa mantém pedidos fortes no 2T25, mas enfrenta riscos devido a tarifas dos EUA e incertezas na Europa. CEO descarta novas fundições nos EUA e alerta sobre gargalos energéticos na Espanha.
Empresa vê impacto de tarifas, incerteza no grid europeu e limitações nos EUA.
CEO descarta nova fundição nos EUA e alerta para gargalos estruturais.
A Alcoa, maior produtora de alumínio dos EUA, informou que seu livro de pedidos para o segundo trimestre permanece forte, mesmo diante das tarifas impostas pelo governo americano às importações do metal.
No entanto, a companhia projeta um impacto de US$ 90 milhões no trimestre devido às tarifas sobre alumínio canadense — e vê incerteza crescente no segundo semestre.
Veja os principais pontos do cenário atual:
1. Tarifas pesam, mas não derrubam pedidos
A demanda segue firme até junho, mas clientes estão incertos quanto ao futuro.
2. Sem novos smelters nos EUA
Levaria até 7 anos e US$ 35 bilhões para produzir localmente o que o país ainda importa.
3. Risco energético na Espanha
Uma pane no fornecimento de energia colocou em risco o complexo San Ciprián. A retomada da fundição está apenas 10% concluída.
“É muito difícil manter um negócio eletrointensivo onde a rede elétrica não garante estabilidade”, afirmou o CEO Bill Oplinger.
Apesar do apoio às políticas industriais americanas, Oplinger reforçou a necessidade de integração com o alumínio canadense para atender a demanda doméstica, já que os EUA não possuem reservas viáveis de bauxita.
A Alcoa está reavaliando os danos na unidade espanhola, cuja operação total só deve ser retomada em outubro.
Você acredita que os gargalos estruturais e energéticos vão redefinir o mapa da indústria de alumínio?
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Fonte: Reuters – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
