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CSN – Companhia Siderúrgica Nacional planeja vender ativos e reduzir dívida em até R$ 18 bi
A CSN planeja vender ativos para reduzir sua dívida entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões até 2034. A estratégia inclui a venda de CSN Cimentos e parte da CSN Infraestrutura, focando em maior rentabilidade.
Grupo aposta em desinvestimentos para reorganizar capital e retomar crescimento
A CSN – Companhia Siderúrgica Nacional anunciou um plano robusto de redução de alavancagem, com foco na venda de ativos a partir de 2026. A estratégia prevê a alienação do controle da CSN Cimentos S.A e uma participação relevante na CSN Infraestrutura. O objetivo é cortar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões em dívidas, praticamente metade do passivo atual, e alcançar uma alavancagem próxima de 1 vez o Ebitda até 2034.
A decisão foi aprovada pelo conselho e representa, segundo o presidente Benjamin Steinbruch, o movimento mais decisivo da companhia para resolver estruturalmente o endividamento. O grupo aposta na reorganização da estrutura de capital para direcionar recursos a negócios com margens mais elevadas, como mineração e energia — esta última, mantida no portfólio por apresentar retorno acima de 30%.
A venda será seletiva, e os desinvestimentos devem ocorrer conforme as condições de mercado. O braço siderúrgico, pressionado por juros altos e competição externa, buscará parcerias estratégicas para modernização, sem venda direta. Já a CSN Mineração ficará fora do plano, preservada como ativo-chave com margens superiores a 40%.
O primeiro passo da reestruturação foi dado em 2025 com a venda de 11% da MRS Logística por R$ 3,35 bilhões. Agora, a CSN mira uma nova fase de disciplina financeira, com foco em rentabilidade e valorização de ativos estratégicos.
Esse movimento marca uma virada decisiva na gestão de capital do grupo?
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto.
