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Gerdau se apoia na operação dos EUA para conter queda no Brasil
A Gerdau registrou Ebitda de R$ 2,6 bilhões no 2º tri de 2025, superando expectativas. A América do Norte gerou 61% do Ebitda, compensando a queda no Brasil devido a importações de aço.
Resultado na América do Norte responde por 61% do Ebitda e sustenta otimismo dos bancos
A Gerdau registrou Ebitda de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2025, superando as estimativas do mercado em cerca de 4%, segundo analistas do Jefferies. O desempenho foi impulsionado pela unidade da América do Norte, que respondeu por 61% do Ebitda consolidado, e compensou a pressão nas operações no Brasil, ainda afetadas pelas importações de aço.
O Goldman Sachs destacou os efeitos iniciais das tarifas de 50% aplicadas
pelo governo dos EUA às importações, além de uma demanda mais forte e redução no volume importado. O banco projeta um terceiro trimestre ainda mais favorável, mas aponta incertezas quanto à manutenção dessas tarifas até 2026.
No Citi, analistas ressaltaram o controle da alavancagem mesmo com queima de caixa, além da boa performance operacional nos Estados Unidos. Já o Itaú BBA projeta que uma normalização nos custos de produção em Ouro Branco poderá melhorar os números no Brasil nos próximos trimestres.
A companhia também passou a consolidar os resultados de suas joint ventures brasileiras no segmento local, o que pode melhorar a leitura dos dados operacionais. Apesar da queda pontual das ações, bancos mantêm recomendação de compra, com exceção do Jefferies, que mantém visão neutra.
Será que o Brasil conseguirá retomar o protagonismo no mix de resultados da Gerdau?
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
