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Quem controla os minerais críticos, dita o futuro da indústria

Nova projeção da Benchmark mostra que a China ampliou seu domínio nas cadeias globais de minerais críticos entre 2018 e 2025. E o recado é claro: quem domina a mineração e refino desses insumos detém o poder industrial do século 21.

E o Brasil? Está dentro ou de fora dessa corrida?
A maior concentração está no refino — estágio-chave da cadeia. Veja os destaques da transformação:

Apesar de perder espaço em algumas frentes, como níquel e grafite, a China compensa com acordos e controle acionário em países estratégicos como Indonésia, Congo, Madagascar e Mianmar.

Enquanto isso, os EUA ainda são coadjuvantes. Com exceção das terras-raras — onde saltaram de 0% para 11% na mineração e 6% no refino —, seguem com participação entre 0 e 2% nas demais commodities de bateria.

Lição aprendida:
Dominar só a extração não basta. O controle da cadeia exige investimento, diplomacia mineral e capacidade de transformar minério em tecnologia.
O Brasil pode ser um player estratégico — mas para isso, precisa jogar o jogo global.

A pergunta que fica:
Você acha que o Brasil está preparado para liderar ou seguirá exportando apenas o minério bruto?

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Fonte: Benchmark – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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