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Justiça determina leilão de ativos da MMX na Porto Sudeste
A Justiça do RJ autorizou o leilão de ativos da MMX na Porto Sudeste. A Planck fez um lance inicial de R$ 60 milhões, com preferência na compra, se não houver ofertas superiores.
Planck apresenta lance inicial de R$ 60 milhões com preferência na aquisição
A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro autorizou o leilão dos ativos da massa falida da MMX, mineradora fundada por Eike Batista, na operadora portuária Porto Sudeste do Brasil. O processo ocorre dentro da falência da companhia, em tramitação desde 2021.
O certame envolve 9,5 milhões de títulos conversíveis e 6,3 milhões de ações ordinárias da Porto Sudeste, avaliados em R$ 57,88 milhões pela B23 Capital. A venda será realizada de forma presencial no dia 5 de março, às 15h, no Tribunal de Justiça do RJ, com inscrições feitas exclusivamente via plataforma Teles Leilões.
O leilão será realizado no modelo stalking horse, que permite a um investidor apresentar uma proposta vinculante inicial e assegurar preferência. A Planck Investimentos foi definida como proponente inicial, oferecendo R$ 60 milhões, acrescidos de R$ 3 milhões para quitação de dívidas jurídicas do processo. Caso não surjam ofertas válidas superiores, a Planck garante a compra pelo valor ofertado.
O caso representa uma das principais tentativas de monetização do patrimônio remanescente da MMX e reitera a adoção de mecanismos modernos para recuperação de ativos em processos falimentares complexos.
Quando o ativo é estratégico, o modelo jurídico também precisa ser.
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Fonte: Correio da Manhã – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
