Projetos previstos para 2028 devem iniciar com carbonatos mistos antes de escalar separação local
O plano de tornar o Brasil um polo de refino de terras raras não deve se concretizar no curto prazo, segundo o Valor Econômico. Entre os projetos mais adiantados, três têm previsão de início das operações em 2028.
Viridis Mining and Minerals Limited e Meteoric Resources, listadas na Austrália, pretendem avançar futuramente na separação local. A Aclara Resources, listada no Canadá, prevê conduzir o refino inicialmente nos Estados Unidos.
Nos primeiros anos, os projetos devem produzir carbonatos mistos de terras raras no Brasil, etapa intermediária de beneficiamento. A separação em óxidos, necessária para uso industrial, exigirá novas plantas, licenças e investimento adicional.
A Viridis estima US$ 200 milhões para planta de separação, além dos US$ 358 milhões do projeto. A Meteoric estima US$ 250 milhões para a separação, somados aos US$ 443 milhões da operação inicial.
A Aclara prevê US$ 780 milhões para operar no Brasil e US$ 277 milhões para a planta nos EUA. O avanço local dependerá da consolidação da produção, do financiamento e da viabilidade técnica e econômica.
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
