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Refino de terras raras no Brasil deve avançar só após 2030
O Brasil não deve se tornar um polo de refino de terras raras antes de 2030. Projetos iniciam em 2028, focando em carbonatos mistos, com separação local exigindo investimentos altos.
Projetos previstos para 2028 devem iniciar com carbonatos mistos antes de escalar separação local
O plano de tornar o Brasil um polo de refino de terras raras não deve se concretizar no curto prazo, segundo o Valor Econômico. Entre os projetos mais adiantados, três têm previsão de início das operações em 2028.
Viridis Mining and Minerals Limited e Meteoric Resources, listadas na Austrália, pretendem avançar futuramente na separação local. A Aclara Resources, listada no Canadá, prevê conduzir o refino inicialmente nos Estados Unidos.
Nos primeiros anos, os projetos devem produzir carbonatos mistos de terras raras no Brasil, etapa intermediária de beneficiamento. A separação em óxidos, necessária para uso industrial, exigirá novas plantas, licenças e investimento adicional.
A Viridis estima US$ 200 milhões para planta de separação, além dos US$ 358 milhões do projeto. A Meteoric estima US$ 250 milhões para a separação, somados aos US$ 443 milhões da operação inicial.
A Aclara prevê US$ 780 milhões para operar no Brasil e US$ 277 milhões para a planta nos EUA. O avanço local dependerá da consolidação da produção, do financiamento e da viabilidade técnica e econômica.
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
